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  • Foto do escritorAisha Raquel Ali

Semana de 4 dias: trabalhar “menos” ou de melhor?


Por Joana D’arc Souza


A ONG Britanica 4dayweek esta testando mundialmente a semana de trabalho reduzida. No Brasil, os testes ainda estão em fase de planejamento pelas empresas selecionadas. A execução é a partir de novembro.


Mais do que a satisfação de uma vontade de “trabalhar menos” a semana de 4 dias demonstra a necessidade de trabalhar melhor, de forma mais inteligente. Afinal condensar os compromissos e tarefas em menos dias é uma tarefa desafiadora que exige: Priorização, Planejamento e Assertividade.


Na semana de 4 dias há flexibilidade no formato, ou seja, a empresa pode deixar a escolha do dia a critério do funcionário ou determinar o dia.


Algumas vantagens apontadas pelas empresas européias que já aderiram à prática são principalmente na saúde mental e qualidade de vida:


“A pessoa ter um dia (livre) a mais faz com que ela tenha mais tempo para cuidar da vida dela, então isso certamente aumenta os índices de bem-estar, saúde mental e felicidade”, diz Renata Rivetti, diretora da Reconnect Happiness at Work, empresa de consultoria parceira da 4 Day Week Global no Brasil, em entrevista para o Fantástico.


Os resultados serão avaliados a partir de 5 indicadores:

  • Saude mental e bem estar

  • Produtividade do funcionário e aumento de receita para a empresa

  • Retenção de talentos

  • Sustentabilidade

  • Equidade de gênero.


A semana de 4 dias pode ser uma medida com excelentes resultados nos setores que podem se beneficiar com ela, em todos os âmbitos inclusive na sustentabilidade. Vamos aguardar os resultados brasileiros na torcida para ser bom para todos.


Com informaçãoes da Revista Exame e do site do Fantástico no G1


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