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  • Foto do escritorAisha Raquel Ali

Desvendando o Melasma: Como Controlar e Tratar a Hiperpigmentação


O Melasma, uma condição de hiperpigmentação cutânea, tem sido alvo de inúmeras dúvidas quanto à sua possibilidade de cura. Em busca de esclarecimentos, conversamos com a renomada dermatologista Dra. Tathiana Antonny, cuja abordagem coloca o foco na ideia de "controle" do melasma. Ela explica que embora uma melhora significativa possa ser alcançada por meio de tratamentos, a perspectiva mais realista é a de manter a hiperpigmentação sob controle.

Um passo crucial nesse processo de controle é a implementação rigorosa da fotoproteção. A utilização diária e correta do protetor solar é não apenas recomendada, mas essencial para preservar a pele sem a ocorrência de manchas. A Dra. Tathiana Antonny aconselha a preferência por protetores solares com coloração, pois eles oferecem uma defesa adicional contra a luz visível, além de proporcionar uma cobertura mais intensa. Para as reaplicações, uma estratégia eficaz é a utilização de protetores solares em pó.

Entre as opções de tratamento, os ácidos despigmentantes se destacam como uma abordagem eficaz, muitas vezes associados a procedimentos como peelings e Microagulhamentos. No entanto, a resposta a esses tratamentos varia consideravelmente de pessoa para pessoa, devido à natureza individual das reações aos diferentes ativos.

Embora seja importante explorar diversas opções, a Dra. Tathiana Antonny alerta contra a utilização de lasers ablativos, como o CO2, a menos que existam justificativas claras, como cicatrizes de acne concomitantes. Nesses casos, o tratamento das cicatrizes precede o tratamento do melasma. Para abordagens mais seguras e eficazes, os lasers de baixa energia e pico-segundos têm se mostrado opções promissoras, mesmo que suas respostas variem de indivíduo para indivíduo.

Além dos procedimentos mencionados, o uso de antioxidantes tópicos e orais demonstrou ser um aliado valioso na jornada do tratamento do melasma. Da mesma forma, abordagens que estimulam a produção de colágeno, ativando os fibroblastos, têm se mostrado eficazes no processo.

É importante ressaltar que os melasmas não se enquadram em um único padrão. Eles podem ser classificados como dérmicos, epidérmicos ou mistos, o que influencia consideravelmente a resposta aos tratamentos. Após obter resultados positivos, é fundamental manter uma rotina de proteção e cuidados para evitar a recorrência da hiperpigmentação. A exposição solar desprotegida, o calor, hormônios e outros fatores podem desencadear novamente o surgimento das manchas.

Dra. Tathiana Antonny, renomada dermatologista e médica responsável pela Clínica Renewmed, ressalta que o caminho para lidar com o melasma está no entendimento das opções de controle e tratamento personalizadas, garantindo assim a saúde e a aparência radiante da pele.
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